domingo, 31 de agosto de 2014

Dizer a verdade é a melhor opção






Às vezes a gente fala e escreve coisas que não queria.
Vê se vocês me entendem.
Sofri muito quando, aos 14 anos, meu “ficante” terminou comigo por causa daquela armação que fizeram. Para quem ainda não leu essa parte da história volte no conto, “Trauma aos 14 anos”. Quando fui ler na minha agenda estava escrito assim: “Terminei com meu príncipe loiro, Graças!!!”. E com três exclamações.
Pensei hoje: “Como assim?”.
Passei cinco páginas pra frente e me deparei com o escrito de uma amiga: “Seu príncipe pegou sua agenda e leu. Desculpe, mas ele tomou de mim.”.
Este foi o fim derradeiro e eu tinha me esquecido. O que eu lembrava era a verdade absoluta, por isso, vale o ditado popular: “Mentira tem perna curta.”. Eu escrevi o que eu queria que minhas amigas lessem e não meu verdadeiro sentimento. Mas, nunca imaginei que meu príncipe fosse roubar minha agenda para ler minha história. Ele realmente gostava de mim e queria comprovar minha verdade em contrapartida do que os amigos falavam para ele. Eu realmente não traí meu gatinho, como a cidade pintou, mas, o que ele leu foi forte demais. “Terminei com fulano. Graças!!!”.   
Se eu tivesse escrito a verdade, provavelmente ele teria lido e se sensibilizado. Diários são verdadeiros tesouros onde seus pensamentos mais profundos são descritos ali. Não deixe de sempre escrever o seu real sentimento.
Por exemplo: No dia 23 de julho de 1990 quando completei 15 anos está escrito assim: “15 anos de sexo, drogas e rock in roll”.
Eu sou terrível, querendo passar uma imagem de drogada e com experiência em sexo. Como assim? Não sabia nem o que era droga e nem sexo! Kkkkkkkk Tem que rir pra não chorar.

Meninas, #fica a dica#, não finjam ser quem vocês não são. Isso não leva a nada. Porque mais dia, menos dia, todos descobrirão a verdade. Seja você mesma! O seu jeitinho pode ser qual for, mas é seu, e é especial e diferenciado. Aquele gatinho que você está paquerando tem que gostar de você pelo que você realmente é.
Postar nas redes sociais mentiras e bobagens não é o melhor caminho. Valorize suas reais qualidades, não as que você gostaria de ter.

Quando a gente é adolescente a gente sofre e finge que não sofre. Isso não é saudável. Foi muito triste meu fim de “ficadas” com o loiro da Brasília azul. Por meses lutamos contra nossos sentimentos por causa dos outros. Eu gostava dele e fingia que não ficando com outros rapazes. Ele gostava de mim e fingia que não ficando com outras garotas. Nós nos magoamos mutuamente e preocupamos demais com o que a turma ia dizer.

Estávamos completando um mês de ficadas, isso já determinava um namoro, mas o amigo dele me ligou e disse que tinha uma fita cassete pra me entregar. Passou lá em casa e “crau” me agarrou dentro do carro. Eu resisti, mas isso foi suficiente para que esse monstro do fusca branco me detonasse perante a galera. Com algumas testemunhas que me viram passar dentro do carro, minha sentença foi decretada. No entanto, quando tive minha chance, quando ele roubou minha agenda, ao invés de ler a verdade, ele leu: “Terminei com fulano. Graças!!!”

Ninguém merece! Às vezes tentamos nos enganar dizendo que alguém acabou com nosso destino, mas nós somos responsáveis também pelos acontecimentos. Minha vontade era de rebobinar essa fita e reescrever na agenda: “Meu príncipe terminou comigo. O amigo dele me agarrou à força e roubou um beijo. Tudo porque ele queria me entregar uma fita.”.

Eu nem imaginava que ele ia querer ler minha agenda. E aí, a história poderia mudar de novo, a meu favor.
Dizer ou escrever a verdade é sempre a melhor opção.



terça-feira, 19 de agosto de 2014

Como manter uma amizade para sempre




Na infância você tem seu primeiro contato com o mundo. Na escolinha surgem as primeiras amizades, meninos e meninas. Na fase adulta, essas amigas relembrarão de suas peripécias infantis, seus medos, seu xixi na calça, o dia que seu dente caiu e você chorou. Serão lembranças bucólicas e deliciosas de serem lembradas. Às vezes encontro essas amigas do ballet e da Escolinha Serelepe e rimos muito de nossas aventuras, elas lembram coisas que sem elas em mesma não me lembraria.
Na adolescência é importante ter amigas para fofocar e falar sobre os garotos. Estudar também, mas isso vem depois dos garotos. Cuidado, essa fase é perigosa, Os hormônios deixam os humores alterados e vocês podem cair em tentação. Nunca fique com o gatinho que sua amiga sonha tanto, mesmo você sabendo que é platônico. As lembranças dessa fase são surreais, com muitos beijos na boca e planos mirabolantes. Você precisa das amigas para dar a versão delas para os fatos. Na verdade, quando adolescentes somos altamente inseguras e por isso, uma amiga verdadeira é fundamental para narrar fatos sem tanto melodrama. Se você preserva amigas da adolescência tem história pra rir a vida inteira. Tem os amigos também, mas quem disse que confiamos em meninos. Eu nunca consegui ser amiga de verdade de um menino. Eu quase acreditei nesse papo de amizade verdadeira, mas fui decepcionada por todos com propostas indecentes.
Na faculdade você precisa de novas amigas, pois muito dificilmente estará com as antigas. Afinal, nesse momento cada uma segue seu caminho. Nas amizades tem sempre o momento do encontro e o momento que cada indivíduo escolhe seu próprio caminho. O curso superior a seguir é uma decisão muito pessoal, sai a moçada do Ensino médio e cada um encara sua dura realidade rumo à profissão. Nessas horas as amigas servem para fazer trabalhos juntas, falar sobre os gatinhos da faculdade, os melhores professores, colar matéria perdida, lanchar juntas na lanchonete e até pegar carona, te ajudar a não beber demais nas “calouradas” e te segurar quando você tentar agarrar o professor gato.
Na fase adulta ainda aparecem novas amigas, mas são mais escassas.
(Quando você casar serão as antigas amigas que estão com você. Quando você ficar grávida serão as antigas amigas que visitarão seu bebê.)
Na fase mãe suas amigas serão mulheres que tem filhos da mesma idade que o seu. Essas amigas serão companheiras para passear, falar sobre tudo que envolve o mundo dos bebês. Os benefícios são os mesmos, os problemas também. As mamães de filhos pequenos se afastam naturalmente para criar sua prole. É o instinto materno. Mesmo as antigas amigas ficam parecendo distantes, é porque mãe cheira mãe e filho cheira filho. Precisamos estar na mesma “vibe” para interagir melhor.
Para todas essas fases precisamos de qualidades para preservar nossas amizades:
1.       Saber ouvir,
2.       Flexibilidade (fazer algumas exceções),
3.       Honestidade/sinceridade,
4.       Tolerância,
5.       Não esquecer as datas mais importantes (aniversário),
6.       Sempre manter contato,
7.       Respeito,
8.       Carinho,
9.       Saber ouvir e saber falar,
10.   Muito amor.





segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Dicas de como ficar esperta no facebook



A inveja alheia

Desde que o mundo é mundo existe a inveja. O mal inveja o bem. O ódio tenta vencer o amor.
Desde que o mundo é mundo as guerras, a violência, as pestes, pragas e doenças assolam nosso paraíso.
O próprio homem constrói e destrói. Deus e o Diabo na terra do sol, já dizia Glauber Rocha.
Temos cada um de nós, Deus e o diabo no nosso coração.
As ferramentas modernas, como a internet e as redes sociais desenvolvem nosso lado mais invejoso.
Antes eram as janelas para nossa própria rua que nos contavam novidades. Depois, a televisão aumentou o nível de fofoca. As novelas nos mostram mulheres magras, maravilhosas e com roupas espetaculares. Morremos de inveja. Agora, com as redes sociais ficou muito mais difícil viver sem esse sentimento da inveja.
Impossível não invejar pratos deliciosos, cerveja com muitos amigos, paisagens espetaculares por todas as partes do mundo. Beijos de amor, declarações apaixonadas de maridos e namorados, filhos maravilhosos e inteligentes. Roupas da moda, carros novos, jantares especiais e sempre muitos amigos. Quanto mais alegre é a foto melhor.
Creio que as redes sociais são um banquete perfeito para os invejosos de plantão. Reparei que muitas pessoas são fantasmas na rede social. Estão lá apenas para bisbilhotar a vida alheia e não curtem e nem comentam. Existem frases que servem pra tudo:
“Tudo que é bom, dura pouco”, “Boca aberta entra mosquito”, “Quem abaixa demais lá aparece”, “Quem fala demais escuta o que não quer”.
Inveja do mal: as pessoas ironizam seus comentários, as pessoas são sarcásticas sem se deixar notar. Algumas são fantasmas, que bisbilhotam e não curtem e nem comentam. Outras pessoas comentam e curtem, mas por trás falam mal de você.
Tudo que uma bruxa do passado precisava era o facebook.
Saber onde seus inimigos estão, o que estão fazendo, os filhos que tiveram, quantos anos tem, o que estão fazendo de suas vidas e onde podem ser encontrados.
Antigamente poucos tinham esse poder, hoje quase todo mundo tem uma bola de cristal em casa. O negócio agora é arrumar seu “patuá” de proteção e andar agarrado nele.
Contra todos os males, vale reza brava, amuletos da sorte e muita proteção.
Porque infelizmente eu não consigo deixar a rede social por medo da inveja.
Existem também muitos benefícios dessa ferramenta moderna.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Para maiores informações sobre meu blog

Para maiores informações

Escrevo esse blog tentando solucionar perguntas dos adolescentes. Existem várias questões, e muitas vezes o jovem não sabe a quem recorrer. Minha mãe trabalhava muito, além disso, não foi criada para ter um papo aberto com os filhos. Família mineira tradicional misturada com igreja católica apostólica romana. Como falar sobre sexo se para eles esse assunto só deve ser tratado dias antes do casamento?
SEXO! Palavra que assusta tanta gente!
São tantas questões inerentes à palavra sexo que a escola também dribla esse assunto. Apesar de ser tão pertinente e científico tem a moral, a religião que impedem alunos de terem contato com esse assunto.
Tem gente que pensa que meu blog é proibido para menores porque uso a palavra “sexo” em vários contos. Essas pessoas estão confundindo sexo com sexualidade. Falar sobre sexo não é assim tão perigoso. Negar que adolescentes pensem nisso é o pior. E não estou falando do ato sexual, estou falando de tudo que envolve a vida sexual da criança que está se transformando em adolescente.
Se a criança já está com pelos púbicos, se o menino tem polução noturna, se a menina está desenvolvendo as mamas, isso é sexualidade. Isso é falar de sexo. Por isso, quando tinha 14 anos fiz o trabalho baseado no livro da sexóloga, Marta Suplicy, chamado “Sexo para adolescentes”.
O livro fala de espinhas, pelos púbicos, seios, menstruação, enfim, tudo aquilo que pode até amedrontar as crianças se não conversarmos antes com elas sobre isso.
Meu blog não é erótico podendo ser lido por meninas e meninos. Os pais também deveriam ler para saber lidar com situações que surgem nessa época.
Escrevo baseado em minha vivência, mas também nas experiências de amigos e amigas. Os contos são baseados em fatos reais, mas, qualquer coincidência é mera semelhança, ou será o contrário?  Quando escrevo deixo minha imaginação fluir e crio situações também.
É um perigo para os pais acharem que é cedo demais para falar sobre certos assuntos. Melhor prevenir do que remediar. Antes cedo do que tarde, antes tarde do que nunca.
Cresci ouvindo que sexo antes do casamento é pecado mortal. Quando minha mãe descobriu que eu transava com meu namorado (eu já tinha 25 anos) ela disse que eu ia queimar no inferno. Tem como continuarmos com esse discurso? Sexo não é nojento, não é sujo e não é pecado, desde que haja amor, respeito, confiança e amizade. Desejos surgirão em vários momentos. Será a melhor hora? Será com o garoto certo? Meus contos falam sobre todos esses pensamentos. As minhas reflexões são reflexões de muitos jovens. Eu já errei e espero que essas crianças que estão se transformando, ao lerem meus textos pensem duas vezes antes de fazer a mesma coisa. “Se para ela não deu certo, para mim também não vai dar.” Ou, “Se para ela deu certo, para mim também vai dar.”. Ler é refletir.
Esse blog serve não só como fonte de informação, serve também para diversão. Pode ser jovem ou não. Tem o público da minha idade, na faixa dos 40 anos que pode gostar, ao relembrarem a fase de emoções mais intensas da vida: a adolescência.
Então não tenham medo se no meu blog eu falar sobre sexo.
Sexo é vida!
Entrem no meu blog, fiquem à vontade e divirtam-se!





quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Videntes, cartomantes, jogadores de tarô, ciganas, mapa astral etc e tal.


Videntes, cartomantes, jogadores de tarô, ciganas, mapa astral etc e tal.

Sinto muito, mas eu não acredito mais em vocês.
Já teve uma época que acreditei nos poderes “adivinhatórios” dessa turma, mas nem com muita boa vontade eles acertaram alguma coisa.
Quando eu era criança, porém com independência suficiente para ir sozinha até o ballet, caminhava na avenida mais movimentada da minha cidade e fui abordada por ciganas. Queriam ler minha mão. “Que leiam.” Pensei. Mas, elas queriam algo em troca, senão não leriam. “Então, não leiam.” Pensei. Pouco me importando com aquilo, mas com um pouco de medo daquelas mulheres que chegavam me puxando logo o braço e depois a mão. Eu era uma pequena mocinha de roupinha cor de rosa e não tinha dinheiro algum. Mas, as ciganas eram espertas e sabiam muito bem onde era minha casa. Eu sempre saía pela loja do meu pai, que ficava no andar debaixo da minha casa. Quando voltei, lá estavam as mulheres e suas crianças de roupas coloridas, muitos pingentes e miçangas de ouro e mais anéis e pulseiras. Para o desespero do meu pai, elas carregavam enormes sacolas e se espalharam numerosamente pela loja. Depois que foram embora meu pai falou que eram ciganos, um povo nômade que vivia pouco tempo em cada cidade. Moravam na estrada. Eu fiquei chocada. Até hoje custo a entender pessoas assim, que vivem sobre rodas, montam tenda por pouco tempo, com toda família, filhos nascendo em cada cidade pelo Brasil afora. Ele também me disse que os ciganos adoram ouro. Daí eu entendi porque as mulheres usavam tudo de uma vez, cinco anéis em cada mão, brincos enormes, muitas pulseiras chacoalhando pelo ar, colares e até dentes de ouro. Fediam e os cabelos eram sem pentear. Andavam de pé no chão e as roupas não eram tão novas! “Pai, se eles não trabalham de onde vem tanto ouro?” Fiquei curiosa.
“Os homens vivem de trapaças, pequenos golpes e truques. As mulheres tentam ler a mão das pessoas e ganhar uns trocados. Por isso mudam sempre de cidade, pois estão sempre fugindo.” Explicou meu pai.
Nunca irei me esquecer dessas ciganas, no dia seguinte estava elas lá de novo. Passei pela rua e não dei bola, mas elas são insistentes e agarram minha mão. Difícil uma criança reagir como hoje eu reagiria, com fúria e indignação. Deixei ela olhar para a palma da mão e dizer em tom de raiva e desdém que eu viveria pouco. Parecia que ela queria vingança pelo tratamento que recebeu no dia anterior. “Vai tomar banho, sua fedorenta.” Pensei. E sai “cantarolante”, mas isso realmente eu nunca esqueci. Esse foi meu primeiro contato com os ciganos.

Depois, com dezessete anos e seis meses, sofrendo amargamente a perda de uma amor, deparei com um folheto na mesma avenida da minha cidade. Estava escrito “Mãe Diná traz seu amor de volta em sete dias”. Nem lembro o nome da pessoa, peguei um já famoso por aí emprestado para escrever esse conto. Enfim, na juventude estava perdida e carente. Precisava de um namorado e só tinha um amor platônico que alimentei por cinco anos. Estava perdida também porque não sabia o que fazer para o vestibular e não podia nem sequer pensar em fracassar, pois meus pais investiram tudo que tinham para me mandar para a capital mineira e conseguir um bom diploma. Não pensei muito, li o papel, juntei minhas semanadas e marquei horário com a vidente. Juntei também minhas esperanças e frustações. Tinha a ilusão que essa mulher poderia resolver minha vida como num passe de mágica.
P.S. Mágicos não existem. São artistas que usam de truques e trapaças e não fazem milagres não.
Todas as pessoas que dizem adivinhar nosso futuro ou fazer trabalho para conseguir as coisas são ladrões de nosso dinheiro. Acima de tudo são ladrões de esperanças. Durante algum tempo acalentam nossos corações frágeis e quebrados. Por pouco tempo fingem carinho e atenção, nos escutando e aconselhando. Até o momento que seu dinheiro acaba.
Eu acreditei e fui boba porque tenho o coração aberto e pronto para acreditar nas pessoas. Também porque era muito carente com mãe trabalhando fora mais de 8 horas por dia e meu pai não interagia com esses assuntos de amor. Com quem eu poderia contar?
Como seres humanos frágeis e bobos podemos cair em armações de outros seres humanos muitos espertos, malandros e com má intenção. Essas pessoas vivem às custas de nossas inseguranças e desilusões. São criaturas pequenas que se dizem com “super” poderes.
Sejamos sinceros, como eu você já deve ter procurado ajuda dos profissionais da adivinhação, pensemos:
“-Como eu estava me sentindo?”
Certamente perdidos e carentes.
Com dezessete anos estava tão perdida que a mágoa e o ressentimento me cegaram. Eu não consegui me lembrar daquela cena de quando eu era uma mocinha bailarina e tive contato com os ciganos. Naquela época eu vi que esse povo não era de confiança. Voltei numa cigana e comecei um trabalho para trazer meu amor. Por meses eu gastei todo meu dinheiro, depois de um tempo, a cigana fugiu da cidade, deixando uma legião de zumbis, mortos vivos sem esperanças, sem dinheiro. Vi filas de gente na porta da casa que ela alugou. O inquilino queria o dinheiro, o açougueiro lamentava o prejuízo, pessoas choravam por ter empenhado jóias e sonhos. O padeiro, lojas de roupas, enfim, por onde ela passava deixava um rastro de destruição. Cigana, vidente, cartomante, seja lá o que ela era, mais parecia o diabo em pessoa. Resultado: destruiu a vida de pessoas e a minha também.

Uma boa lição eu tirei: Ninguém sabe nosso futuro. E se tem alguém que pode nos ajudar esse alguém é nós mesmo.
De onde viemos? De Deus. Para onde vamos? Você escolhe!
Deus te deu a opção de escolher. Eu desconfio de todas as pessoas que fingem ser Deus.
Se você está com problemas tente relaxar e deixar a vida fluir como um rio natural. Deus é a natureza. Se você pensar sua vida como a natureza, estará seguindo as leis de Deus.
Não permita que aquela serpente tire de novo seu paraiso.
Uma serpente sibilou nos meus ouvidos que eu poderia saber tudo sobre o bem e o mal. Eu poderia conhecer todos os mistérios da vida, eu podia ser Deus. Eu acreditei e mordi o fruto proibido da árvore do conhecimento. Depois disso vivi anos de trevas, tive vergonha de mim mesma, eu arrastei e me escondia por anos a fio. Minha caverna, meu escuro interior, minha vergonha, minha decepção. Perdi meu paraíso para sempre. Como pude acreditar que uma mulher poderia saber mais que Deus, me ajudar mais do que Ele, como pude duvidar Dele?
Hoje em dia eu saí de minha caverna e enxerguei a verdadeira luz.
Humildade é a palavra para entender que os mistérios da vida devem continuar misteriosos. Não mais enfrento Deus com arrogância juvenil, eu O entendo e permito que Ele me guie calmamente.
Somos parte da natureza que Ele criou e como um rio, seguirei meu percurso conforme Ele me fez. Cada pessoa é de um jeito, cada rio tem seu curso.