quarta-feira, 20 de março de 2019

Pegação no Cinema



Pegação no cinema

Sempre gostei de cinema. Minhas agendas são recheadas de títulos de filmes.
Em 1989 assisti E.T. o extraterrestre e solucei de tanto chorar, no cinema. Minha mãe morreu de vergonha no cinema de Belo Horizonte. Salsa, um filme quente.
Filmes e trilhas sonoras inesquecíveis: Salsa, um filme quente. Estrelando Robby Rosa, ex integrante do Menudo. Blade Runner, Caçador e Andróide, ícone da ficção científica e considerado filme “cult” até hoje. A Hora do Espanto (melhor filme de vampiro de todos os tempos) me deixou apaixonada com o vampiro e sua coreografia sensual. Top Gun, Ases Indomáveis, com o gatíssimo Tom Cruise.
Em 1990 eu assisti: Namorada de aluguel, Karatê Kid, Querida Encolhi as crianças, A noite das brincadeiras mortais, A Hora do Pesadelo, Luz da Fama, Porcky´s, 3 solteirões e 1 bebê, Poltergeist, Sociedade dos Poetas Mortos, Pecado de Guerra, Nascido 7 de Junho, Batman, Uma linda mulher, Uma escola atrapalhada, Uma dupla quase perfeita, Drácula, Pacto de Sangue.
Em Itabira quase todo final de semana a gente ia ao cinema e nos dias de semana eu pegava filmes na locadora.
A grande preocupação no cinema era comer pipoca de aparelho fixo nos dentes. E se alguém visse um pedaço de pipoca preso ali? Um mico enorme! E se rolasse uma paquera? Beijo com pipoca não dá.
Foi em 1990, depois de assistir Karatê Kid 3 e ir com as amigas para o barzinho mais movimentado da cidade, que eu fiquei com meu segundo carinha.
As salas de cinema eram um bom esconderijo para a “pegação”. Por isso, muitas vezes tinha que rever o filme em casa depois, pois eu nem olhava para a tela.
Como era bom beijar, só beijar!

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